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Cibercriminoso brasileiro tem QI acima da média e idade entre 24 e 33 anos
Delegado da Polícia Civil de São Paulo, José Mariano Araújo, aponta que jovens veem criminosos digitais como pessoas de sucesso.
Em geral, o cibercriminoso brasileiro possui entre 24 e 33 anos (embora tenha crescido o número de criminosos na faixa de 12 a 16 anos), é estudante ou operador de sistemas, muda constantemente de emprego, tem “QI” acima da média, é do sexo masculino, bem vestido e não acredita estar cometendo crimes.
O perfil foi exposto pelo delegado da Polícia Civil do Estado de São Paulo, José Mariano Araújo, nesta terça-feira (23/06), em entrevista à imprensa. “Virou uma profissão para jovens que enxergam nos cibercriminosos pessoas de sucesso, exatamente pelos ganhos financeiros que eles obtêm com fraudes e desfalques a bancos pela internet”, conta Araújo. Read more…
IBM traça o mapa da segurança
Pesquisa da IBM apresenta um painel dos ataques online e das vulnerabilidades em 2008.
O estudo encontra-se no relatório anual sobre tendências de riscos de 2008, produzido pela X-Force, equipe de pesquisa da IBM na área de segurança. Uma das conclusões mais preocupantes do estudo é que os crackers estão aumentando o uso de sites corporativos como base para realizar ataques. Desse modo, as empresas estão involuntariamente colaborando com o cibercrime. Read more…
Enquanto o mercado desmorona, os ciberladrões entram em ação
Criminosos da Internet lançaram uma enorme onda de esquemas para roubar dados pessoais e executar fraudes financeiras, em um esforço para tirar vantagem do medo e da confusão criados pela queda dos mercados financeiros, dizem especialistas de segurança.
Os esquemas -que frequentemente envolvem promoções on-line vendendo falsa proteção contra vírus de computador, idéias para deixar a pessoa rica e vídeos engraçados- já estavam aumentando de frequência no outono, quando os mercados financeiros mergulharam. Com os consumidores em todo mundo entrando em pânico, o número de fraudes na Web estourou.
O número de programas maliciosos circulando na Internet triplicou para mais de 31.000 por dia em meados de setembro, coincidindo com o súbito colapso do setor financeiro americano, de acordo com a firma de segurança da Internet Panda Security.
E não foi uma coincidência, diz Ryan Sherstobitoff, diretor corporativo da Panda.
“A economia do crime relaciona-se de perto com nossa própria economia”, diz ele. “Organizações criminosas observam o desempenho e se adaptam, segundo as necessidades, para assegurar o lucro máximo”.
Um que foi pego pela mais recente enxurrada de fraudes foi Justin Terrazas, 27, vendedor de bebidas de Seattle. Ele clicou em um site da Web que infectou seu laptop MacBook Pro com um programa para roubar dados. Sem perceber que o laptop estava comprometido, Terrazas mais tarde digitou o número de seu cartão de débito e sua senha do Bank of America, para pagar uma conta do telefone celular Verizon. O programa rapidamente desviou suas informações.
Poucos dias depois, alguém usou o cartão de débito de Terrazas para fazer uma compra de US$ 501,41 (cerca de R$ 1.000) na Modabrand.com, loja de roupas de estilistas. A mercadoria foi enviada para Londres, deixando Terrazas com uma enorme confusão para resolver.
“Definitivamente, isso é uma coisa que você não quer em sua vida”, diz ele. Read more…
Estudo analisa casos de roubos de dados
Pesquisa mostra que quase 90% dos vazamentos de dados em corporações poderiam ser prevenidos.
A pesquisa foi feita pela Verizon Business, cobrindo 500 investigações judiciais nos Estados Unidos durante quatro anos. Os dados mostram que 73% dos roubos de dados resultaram da ação de fontes externas, contra apenas 18% de ameaças criadas dentro da própria empresa. Entre os problemas de fora, 39% vieram de empresas parceiras. Read more…
Cibercriminosos atacam sistemas de busca
Um dos ataques mais sofisticados dos últimos tempos é a “injeção de iframe” nos resultados de buscas.
Grandes sites, como Wired.com e Cnet, estão sendo envolvidos nesse golpe. A injeção de iframe consiste em inserir no código de uma página web um comando HTML chamado iframe que pode, por exemplo, baixar um código malicioso para o micro de quem acessar a página adulterada.
É importante deixar bem claro que esse tipo de injeção pode acontecer até em páginas de sites idôneos, como tem ocorrido agora. O golpe corresponde a uma falsificação das técnicas usadas para melhorar a posição do site nos resultados de buscas, notadamente do Google. Read more…

